Antes de comprar
Elétrico, híbrido ou plug-in: por que isso muda a peça
Os carros eletrificados se multiplicaram nas ruas brasileiras em poucos anos, vindos de várias montadoras ao mesmo tempo. A oferta de reposição não cresceu no mesmo ritmo, e quem bate um elétrico ainda costuma ouvir que a peça "não tem previsão". Saber exatamente o que pedir encurta muito essa espera.
Os quatro tipos de motorização
O 100% elétrico (Dolphin, Ora 03, T03) só tem motor elétrico e bateria. O híbrido comum (como o Tank 300) recarrega a bateria sozinho, sem tomada. O híbrido plug-in (Song Plus, Haval H6 PHEV, Jaecoo 7) aceita recarga na tomada e tem motor a combustão que também traciona. Já o elétrico com extensor de autonomia (C10 REEV, Deepal S07 EREV) usa o motor a combustão só para gerar energia. Cada arquitetura tem peças de motor, arrefecimento e eletrônica próprias.
Mesmo nome, peça diferente
É comum o mesmo modelo ter versões com sensores, câmeras e iluminação diferentes. Um para-choque com furação para radar não serve num carro sem radar, e um farol de LED matricial não substitui o comum. Por isso pedimos o VIN, que resolve a dúvida de uma vez.
Alta tensão pede oficina preparada
Bateria de tração, inversor e carregador embarcado trabalham com centenas de volts. Vendemos essas peças com conferência de código e de número de série, e recomendamos que a instalação seja feita por profissional com treinamento e equipamento para elétricos.















